survivalism
Biblioteca da escola.
Anseio eu que esta hora gigante passe. Por isso decidi sentar-me em frente a um computador cujo monitor muda intermitentemente de cor. Esta-me quase a provocar um ataque de epilepsia. Mas antes disso adormeço. estive agora com o faria. Esta claramente a fazer-se a mim. Este pensamente invadiu-me assim que ele deu um gole na sua meia de leite.
E assim de repente nao tenho mais nada para escrever de interessante, mas vou continuar a faze-lo porque se não fico a olhar pra parede a contar as rugosidades da parede (alusão clara a uma introspecção, um exame de consciência), ou a coçar os tomates (outra alusão clara a uma introspecçao, mas desta vez dito com uma intelectualidade enorme). Pois muito bem, já so falta meia-hora. penso eu enquanto ouço os Doors, no meu leitor de mp3 de dois gigas (não sei se repararam, mas escrevo tudo o que posso numa tentativa de, de um modo simples e eficaz, gastar mais uns minutos, deste suplicio (não tenho a certeza se é assim que se escreve. Pelo menos em português. Pelo menos em espanhol sei que é) que me parece de um ponto de vista freudiano: interminavel. Esta referencia ao Freud nao tem qualquer cabimento, foi mesmo so pra encher o pacote (estava a tentar arranjar uma metafora inteligente pra este momento, mas não me ocorre nenhuma. Só consigo pensar em sanitas, e pedra pomes, seja lá como isso se escreve). Acho que passaram dez minutos desde então. Estou farto. Vou-me entreter com outra coisa, volto já. ok fartei-me de vez. vou fumar.

2 Comments:
reforma-te pá
definitivamente, sou a tua musa
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